A fermentação não acontece só no tanque. Acontece onde o café vive.
MOSTO monitora fermentação e secagem em tempo real — em tanques, em pilhas no terreiro, em leitos suspensos e em secadores mecânicos. Para que cada lote atinja seu potencial máximo de pontuação SCA.
Para o café do mundo.
O café especial é decidido
nas 72 horas depois da colheita.
E hoje, essa etapa é feita no instinto.
Um lote especial típico — dezenas de milhares de reais em prêmio de qualidade — pode ser perdido em uma única noite de sobre-fermentação.
Nenhum produto comercial monitora continuamente a bioquímica da fermentação do café (pH, temperatura, CO₂) em tanque ou pilha. Nem no Brasil, nem no mundo. Os sensores que existem medem campo (pré-colheita) ou só temperatura de secador.
Após a colheita, fermentação descontrolada pode começar em ~8 horas (Angélico et al. 2011, apud Elhalis et al. 2022). Para o lavado, a janela fermentativa se estende até 72h; para naturais, semanas.
Uma parte decisiva da diferença entre 85 e 92 pontos SCA se decide depois do campo — nas janelas fermentativas após a colheita: 6–72h em tanque lavado, 10–25 dias em pulped natural, 2–4 semanas em natural. E hoje, essas janelas são atravessadas em grande parte no instinto.
Toda fermentação é monitorada.
A maior parte do café brasileiro não fermenta em tanque. Fermenta dentro da cereja no terreiro, dentro da pilha no leito suspenso, ou acelerado no secador mecânico. MOSTO foi desenhado para acompanhar cada um desses caminhos. As telas abaixo são ilustrativas, com dados sintéticos.
Para cafés lavados e anaeróbicos
Sensores dentro do tanque medem pH e temperatura continuamente (intervalo configurável de 5 a 15 minutos). O sistema detecta automaticamente a fase da fermentação — lag, ativa, endpoint — e alerta quando é hora de lavar. Sem adivinhar. Sem perder o ponto.
Para naturais e descascados
Sondas de aço inox inseridas na pilha medem temperatura interna e umidade da pilha — os indicadores diretos de fermentação acontecendo dentro da cereja durante a secagem. Detecta sobre-aquecimento, pilha parada, e o momento exato do pico fermentativo.
Para secagem lenta e artesanal
Estações ambientais monitoram temperatura, umidade, radiação solar e chuva. Prevê quando a secagem vai terminar. Detecta eventos de chuva e pausa o cálculo. Sabe a diferença entre 10,5% e 12% — e por que importa para o seu cup score.
Para operação comercial em escala
Integração-alvo com os controladores dos secadores (via PLC do fabricante ou gateway de protocolo aberto, Modbus RTU/TCP onde exposto), com retrofit por termopar para secadores sem controle digital. Monitora temperatura do grão, consumo de combustível e tempo de ciclo. Alerta quando a temperatura da massa de grãos passa de 40°C — o limite recomendado para café especial (Borém et al. 2008).
Do produtor familiar ao grande exportador.
MOSTO foi desenhado para funcionar em qualquer escala — com hardware e software que se adaptam à sua realidade.
MOSTO Essencial
Para cafeicultores que começam agora a digitalizar. App mobile (Android + iOS) com entrada manual das leituras dos medidores que você já tem (umidade, pH, temperatura), detecção automática de fase, rastreabilidade por foto e GPS.
MOSTO Especialidade
Para fazendas especiais com tanques, pilhas, terreiros e secadores. Monitoramento IoT contínuo, dashboards em tempo real, multi-workflow, multi-usuário, correlação com cup score. Hardware de mercado, com componentes de rádio homologados pela ANATEL.
MOSTO Industrial
Para operação comercial em escala. Integração-alvo com controladores de secadores (Pinhalense CSP, Palinialves e outros) via PLC do fabricante ou gateway de protocolo aberto, retrofit por termopar quando não há controle digital, rastreio de consumo de combustível, visão de supervisão para gerentes e integrações com ERP.
MOSTO Cooperativa
Para cooperativas que padronizam qualidade entre dezenas de produtores. Dashboard central com visão agregada e por fazenda, gateway LoRa comunitário compartilhado entre associados próximos, camada EUDR via integração iAgroSat.
Construído por fases.
Validado em campo.
MOSTO evolui de software essencial a plataforma proprietária em quatro fases, validando cada etapa com produtores reais antes de avançar. Hardware de mercado na fase de pilotos, hardware montado pela MOSTO em seguida, hardware proprietário depois. Plano de trabalho, não compromisso de prazo.
- Plataforma em bancada de testes internos
- Modelos construídos sobre a literatura; dados sintéticos calibrados
- Hardware de mercado (componentes homologados ANATEL)
- Seleção de parceiros de lançamento
- Pilotos em campo com parceiros de lançamento (safra 2027)
- MOSTO Industrial: integração com secadores · primeira cooperativa
- Sensores montados pela MOSTO
- Primeiros clientes comerciais
- MOSTO Moisture Eye — sensor NIR proprietário
- Parcerias de pesquisa com universidades (UFLA, UFV, UFU)
- Primeiras publicações científicas
- Expansão internacional inicia (Colômbia)
- Expansão para Colômbia, Etiópia, Honduras
- Família completa de hardware proprietário
- MOSTO como referência em inteligência pós-colheita
Um sensor de umidade contínuo para secagem de café.
Hoje, produtores medem umidade do grão algumas vezes por dia com um medidor portátil. A MOSTO projeta o Moisture Eye — um sensor NIR sem contato, montado acima do terreiro, para medir umidade continuamente sem tocar nos grãos. A calibração contra séries de secagem de Coffea arabica brasileira será feita com parceiros de pesquisa. Horizonte: 2028.
Construído sobre ciência de fermentação,
não sobre hype de startup.
Curvas de fermentação e secagem construídas a partir da literatura para Coffea arabica das principais regiões produtoras brasileiras — a calibração em campo é o objetivo dos pilotos. Fundamentadas em publicações peer-reviewed do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café — cerca de 40 instituições e milhares de publicações indexadas no repositório SBICafé.
| Parâmetro | Normal | Atenção | Crítico |
|---|---|---|---|
| pH endpoint · lavado | 3.8–4.4 | < 3.8 | < 3.5 |
| pH endpoint · SIAF | 4.2–4.4 | < 4.0 | < 3.8 |
| Temp. ferm. | 18–30°C | > 32°C | > 38°C |
| Queda pH /hr | 0.05–0.15 | > 0.20 | > 0.30 |
| Umid. secagem | 40–70% | > 75% | > 85% |
| Umid. grão alvo | 10.5–12.0% | < 10.0% | > 12.5% (IN 8) |
| Temp. pilha nat. | até +5°C amb. | > +8°C amb. | > +12°C amb. |
| Temp. grão sec. | até 40°C | 40–45°C | > 45°C |
Limiares de partida derivados da literatura para Coffea arabica — Borém et al. (2008), Isquierdo et al. (2013), De Bruyn et al. (2017), de Carvalho Neto et al. (2023) e MAPA IN 8/2003. Ajustáveis por variedade, método de processamento e preferência do agrônomo; a validação em campo é parte dos pilotos.
Hardware discreto.
Inteligência permanente.
Três arquiteturas de sensor, uma plataforma. Hardware de mercado com componentes de rádio homologados pela ANATEL, instalação simples, calibração assistida, autonomia projetada para a safra inteira. Projetado para arábica e conilon. Especificações de projeto, a validar nos pilotos.
Sensor de Tanque
Para fermentação lavada e anaeróbica em tanques de concreto, inox ou plástico.
Sonda de Pilha
Haste de aço inox 316L inserida verticalmente na pilha de café em secagem. Mede fermentação acontecendo dentro da cereja.
Estação Ambiental
Estação meteorológica compacta montada em poste de 1,5m acima do pátio ou leito. Uma por área de secagem.
Modelos construídos sobre
décadas de pesquisa.
MOSTO é construído sobre curvas de fermentação publicadas por Embrapa Café, UFLA, EPAMIG, UFES e pela literatura internacional (Cenicafé/FNC Colômbia, ICO, SCA) — a serem refinadas com dados de processamento real dos pilotos. Cada limiar, cada detecção de fase, cada alerta crítico é rastreável a literatura peer-reviewed.
Décadas de publicações de Embrapa Café, UFLA, EPAMIG e da Cenicafé/FNC (Colômbia) documentando curvas de fermentação de Coffea arabica sob diferentes condições de processamento.
Natural (cereja/bóia), cereja descascado, lavado/despolpado, honey (meladura) e fermentação anaeróbica SIAF em tanque e em pilha. Cada método com seus próprios limiares e modelos.
Cada alerta, cada detecção de fase, cada recomendação aponta para a literatura científica que a fundamenta. Sem caixa-preta.
MOSTO está em fase de testes internos e procura parceiros de lançamento — fazendas, cooperativas e exportadores dispostos a instalar sensores e compartilhar dados na próxima safra. O objetivo: confirmar no terreiro real o que os modelos dizem na bancada. Parceiros de lançamento ajudam a definir o produto e têm prioridade na operação comercial.
A cerveja resolveu isso
há uma década.
Desde 2016, cervejeiros usam hidrômetros IoT como Tilt e Plaato para monitorar cada fermentação em tempo real. Pequenas cervejarias artesanais. Grandes indústrias. Homebrewers no porão.
O café — com cerca de 12,5 milhões de produtores no mundo, contra ~20 mil cervejarias — ainda não tem equivalente.
Até agora.
| CERVEJA | CAFÉ | |
|---|---|---|
| Volume global (kt/ano) | ~190.000 | ~10.000 |
| Valor/kg | ~$3 | ~$8 |
| Fazendas/cervejarias | ~20.000 | ~12.500.000 |
| Plataformas IoT de fermentação | 15+ | 0 |
| Ano da primeira solução | 2016 | — |
Valores aproximados. Fontes: USDA FAS WMT Dez/2025, ICO Coffee Market Report, Brewers Association, Future Market Insights (hidrômetros sem fio 2025: US$ 333,6 mi).
Você já sabe o que está fazendo.
Agora você pode provar.
Dados contínuos. Lote por lote. Safra após safra.
Quero ser parceiro de lançamentoDemonstração ao vivo. 30 minutos. Sem compromisso.
Com dados sintéticos calibrados pela literatura — ou, se você quiser ser parceiro de lançamento, com a sua própria fazenda na próxima safra.